O lateral-esquerdo Douglas Santos estreou pela Seleção Brasileira em 2016 e, depois, ficou quase uma década sem novas oportunidades. Com a chegada de Carlo Ancelotti, o paraibano de 32 anos foi novamente convocado para representar a Amarelinha.
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Douglas participou de seis dos 12 jogos sob o comando do italiano antes da Copa do Mundo, sendo o jogador mais utilizado na posição. O lateral concedeu uma coletiva na manhã desta terça-feira (16) no The Ridge, hotel em Nova Jersey (EUA), onde a seleção brasileira está hospedada para o Mundial.
“O mister [Ancelotti] fala bastante comigo, que estou crescendo defensivamente, e me acompanha no Zenit [na Rússia]. Ele pediu para eu desfrutar. Ele sabe das minhas características e, graças a Deus, as coisas têm dado certo. Estou focando ao máximo para entregar o melhor, defendendo bem e sendo uma surpresa no ataque”, afirmou.
Douglas Santos foi titular na estreia contra o Marrocos, no último sábado (13), em Nova Jersey, que terminou em 1 a 1. Junto com o atacante Vinícius Júnior, ele se destacou no jogo, tanto no apoio ofensivo quanto na defesa, permitindo que o camisa 7 atacasse com mais liberdade pelo lado esquerdo.
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“O Vini tem sido nosso desafogo, sabendo também que, por ali, podem aparecer [os atacantes] Raphinha, Igor Thiago, Matheus Cunha, o [volante] Bruno Guimarães, que chega muito à frente. Conversamos bastante para que ele tenha liberdade para jogar o futebol que sabe. Contra Marrocos, isso ficou evidente”, explicou Douglas Santos.
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“Não vai existir jogo fácil”
Com um ponto no Grupo C, assim como o Marrocos, o Brasil voltará a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia. Este será o jogo com a maior discrepância de posições no ranking da FIFA nesta Copa do Mundo, com a seleção brasileira em sexto lugar e a caribenha em 83º. Os haitianos, ainda sem pontos, perderam na estreia para a Escócia, em Boston, por 1 a 0.
“Estamos falando de uma Copa do Mundo. Não existem jogos fáceis. Muitos jogos têm sido equilibrados, com empates entre seleções com níveis diferentes. Precisamos estar preparados emocionalmente e fisicamente para dar o nosso melhor, sabendo que será muito difícil”, finalizou o lateral.
Fonte: Agência Brasil

