InícioBrasilJustiçaEncontro busca aprimorar Escritórios Sociais no Rio Grande do Norte

Encontro busca aprimorar Escritórios Sociais no Rio Grande do Norte

Os Escritórios Sociais instalados no Rio Grande do Norte recebem, nesta semana, a visita de representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Instalados por meio do programa Fazendo Justiça, esses locais permitem realizar acolhimento e encaminhamentos das pessoas egressas do sistema prisional e seus familiares para serem atendidos pelas políticas públicas.

Os Escritórios Sociais buscam dar acesso à rede de serviços de apoio em áreas como qualificação profissional, moradia, documentação e saúde. Pessoas que passam pela audiência de custódia também podem ser atendidas pelo projeto. O monitoramento compreende visitas in loco, diálogos com pessoas egressas e familiares, com as equipes de execução, além de reuniões com instituições que possam fortalecer a Política Estadual de Atenção à Pessoa Egressa.

“É um momento de aprendizagem. Uma aprendizagem colaborativa”, afirmou o coordenador do Eixo de Políticas de Cidadania e Garantia de Direitos do programa Fazendo Justiça, Felipe Athayde Lins de Melo. A partir desta segunda-feira (6) até sexta-feira (10/12) serão visitadas as unidades em funcionamentos em Natal, Ceará-Mirim, Parnamirim, Nísia Floresta, Caicó, Mossoró e Pau dos Ferros.

“Esse é mesmo o grande desafio, a interiorização dos Escritórios Sociais. As populações dos interiores não podem ficar descobertas”, destacou Melina Miranda, supervisora do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do CNJ.

O juiz auxiliar da Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), Fábio Ataíde, destacou que estão sendo desenvolvidas novas iniciativas. “Em breve, será publicada uma resolução que incorpora programas, como o Novos Rumos na Execução Penal, à estrutura do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário.”

Coordenado do grupo, a vice-presidente do TJRN, desembargadora Maria Zeneide Bezerra, ressaltou o compromisso com o projeto. “Estamos sensibilizados e pensamos em quem está no sistema prisional. Somos preocupados em cumprir com o que preconiza a Constituição Federal: a dignidade da pessoa humana”, ressaltou. “É um perfil que está sendo desenvolvido no estado. Temos certeza que, com o nosso entusiasmo, vamos mudar, para melhor, a realidade de muitos.”

Fonte: TJRN

Fonte: Portal CNJ

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Fábio Sakamoto
Fábio Sakamotohttps://dfnamidia.com.br
Jornalista MTB/DRT 0011561/DF, Desenvolvedor Web. Apaixonado por quadrinhos, filmes, séries e música.

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