O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde, já beneficiou mais de 24 mil indígenas em áreas remotas do país.
Os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas ofereceram serviços de pré-natal, capacitação em saneamento e teleconsultas.
As ações do Proadi-SUS são desenvolvidas em colaboração com instituições hospitalares privadas, que disponibilizam plataformas digitais conectando médicos das Unidades Básicas de Saúde a centros menores em regiões indígenas remotas.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Avanços
A atuação do Proadi-SUS tem mostrado significativos avanços nos estados do Norte e Nordeste. Em Alagoas e Maranhão, 22 comunidades indígenas foram atendidas, totalizando 256 teleconsultas e 178 pacientes assistidos.
- Risco de contaminação por mercúrio para gestantes e bebês Munduruku
- Vacinação com Pneumocócica 20 pelo SUS começará em duas semanas, informa Padilha
- Um em cada quatro brasileiros ignora a possibilidade de prevenção do câncer.
- Anvisa solicita recolhimento voluntário de lote da água Crystal sem gás
- Estado de São Paulo registra quinta morte por febre amarela em 2026
Esses atendimentos foram realizados em parceria com a Beneficência Portuguesa, de São Paulo.
Na Paraíba e no Piauí, a rede Hcor realizou 822 teleconsultas, com uma taxa média de resolução superior a 90%, evitando 747 encaminhamentos para níveis de atenção mais elevados.
No Norte, o projeto TeleAMEs, coordenado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, estabeleceu três pontos de telessaúde em unidades indígenas em Rondônia, atendendo 315 indígenas das etnias Karitiana, Suruí e Cinta Larga.
Os indicadores de saúde materno-infantil também apresentaram melhora. Na área Xavante, em Mato Grosso, o projeto de Melhoria para Saúde Materna e Infantil e Prevenção ao Câncer do Colo do Útero na Saúde Indígena (MICC), executado pelo Einstein, elevou a cobertura de rastreamento do câncer para 76%, com acompanhamento de gestantes acima de 96%.
Fonte: Agência Brasil

