A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) anunciou um edital que convoca instituições da sociedade civil para participar da eleição de novos membros da Plenária do Fórum Goiano de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável (FGMCDS), que terá um mandato complementar ao biênio 2024–2026, por um período de um ano.
O edital pode ser baixado aqui. As instituições interessadas devem enviar um ofício formalizando o interesse até 7 de fevereiro, juntamente com a documentação exigida no edital, incluindo CNPJ, estatuto, ata de eleição da diretoria e documentos do representante legal.
Se o número de candidaturas ultrapassar o das vagas disponíveis, a seleção ocorrerá em reunião presencial. O resultado da eleição será publicado no site da Semad e no Diário Oficial do Estado de Goiás.
A gerente de Mudanças Climáticas e Serviços Ecossistêmicos da Semad, Natalia Brito, ressaltou que a participação no Fórum é de interesse público e ocorre de forma voluntária, sem previsão de remuneração. As atribuições dos membros podem ser consultadas no Regimento Interno do colegiado.
O Fórum Goiano de Mudanças Climáticas, reativado em 2024, se firmou como um espaço estratégico de governança climática em Goiás. Reúne representantes do poder público, setor produtivo, universidades, organizações da sociedade civil e comunidades tradicionais para dialogar, propor soluções e acompanhar políticas públicas relacionadas às mudanças climáticas.
- Escolas intensificam apoio nas inscrições do Enem 2026
- Cine Cultura apresenta estreias que vão da Palma de Ouro ao suspense brasileiro
- Variações nos Preços dos Combustíveis em Goiânia: Pesquisa Revela Dados
- Inscrições para GovTech abertas até 15 de junho
- Goiás se tornou referência nacional graças aos avanços na segurança.
Atualmente, a Plenária do Fórum conta com 36 membros titulares e suplentes, distribuídos de forma equitativa entre poder público e sociedade civil. O novo edital disponibiliza três vagas específicas para entidades representativas de comunidades tradicionais quilombolas, povos indígenas de Goiás e cooperativas ou associações de extrativistas.
No último ano, o Fórum estruturou Câmaras Técnicas de Mitigação, Adaptação e Transição Verde, criou grupos de trabalho temáticos e ampliou o debate sobre temas como mercado de carbono, agricultura de baixo carbono, manejo integrado do fogo, resiliência climática e transição econômica sustentável. As discussões também estão alinhadas a agendas estratégicas do Estado, incluindo a Estratégia Goiás Carbono Neutro 2050, o Programa Goiás Resiliente, o Programa Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (PEPSA), o Plano ABC+ e o Sistema Estadual de REDD+.

