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Urnas eletrônicas: Eleições suplementares em MT terá votação paralela

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A Votação Paralela, procedimento de auditoria das urnas eletrônicas, será adotado nas eleições suplementares nos municípios matogrossenses de Acorizal, Matupá e Torixoréu, que ocorrerão neste domingo (1º/8). O procedimento, que dá maior transparência e confiabilidade no processo, é realizado em todas as eleições gerais e municipais. Em Mato Grosso, é a primeira vez que será adotado em eleições suplementares municipais.

Todo o processo da Votação Paralela é transmitido, sem cortes e ao vivo, pelo canal do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) no YouTube, com a parceria da TV Assembleia. A TV pública fornecerá equipamentos (filmadoras) e corpo técnico para seu adequado manuseio.

Na sexta-feira (30/7), às 9h, serão sorteadas duas urnas de cada município. Uma será auditada nas seções eleitorais das três cidades, para a verificação da autenticidade e integridade dos sistemas nelas instalados. A outra será utilizada na Votação Paralela. O sorteio, que ocorrerá no Plenário do TRE, também será transmitido ao vivo pelo canal do TRE-MT no YouTube.

As urnas sorteadas para a Votação Paralela já se encontram em cada uma das cidades e preparadas para a eleição, com a carga de dados de candidatos e lacre. Elas serão recolhidas e encaminhadas ao TRE-MT para serem auditadas. Desde o recolhimento até o término da Votação Paralela, as urnas são acompanhadas por um policial, em tempo integral. O objetivo é garantir que ninguém tenha acesso aos equipamentos.

No dia da eleição, as três urnas serão utilizadas para votação. Servidores e servidoras do TRE-MT votam nos equipamentos no mesmo horário da votação oficial, que é das 7h às 17h. Todo voto é filmado na integra com captação da tela da urna. Ao término da votação, os votos são totalizados e é possível demonstrar que o resultado fornecido pela leitura do card da urna condiz exatamente com o que foi inserido pelos “eleitores e eleitoras”.

“As urnas que são auditadas estão prontas para a eleição. Esses equipamentos são definidos por sorteio público, com a participação da sociedade civil. No final da votação, demonstramos que as urnas fornecem o resultado que condiz com a vontade popular”, explica o presidente do TRE-MT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha. “Se essas urnas nos fornecerem um resultado fidedigno, podemos concluir que os demais equipamentos utilizados nos municípios também tiveram esse comportamento. O sistema eletrônico de votação é seguro, e é sim, objeto de várias auditorias para demonstrar sua confiabilidade e transparência. A Votação Paralela é um entre os diversos mecanismos de auditoria e, por isso, fiz questão que fosse utilizado nas eleições suplementares.”

Além da transmissão ao vivo da Votação Paralela, representantes dos partidos políticos, das coligações, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público, imprensa e outras pessoas interessadas são convidadas a acompanhar in loco todas as fases do procedimento. Por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as pessoas que se fizerem presentes devem usar máscara, promover a higienização das mãos e manter o distanciamento social.

Fonte: TRE-MT

Fonte: Portal CNJ

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Fábio Sakamotohttps://dfnamidia.com.br
Jornalista MTB/DRT 0011561/DF, Desenvolvedor Web. Apaixonado por quadrinhos, filmes, séries e música.
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