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Rebeca Andrade faz balanço da melhor temporada de sua carreira

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Rebeca Andrade: uma paulista com jeitinho de carioca que conquistou o Brasil e o mundo em 2021. Uma temporada que superou até mesmo as expectativas dela:

“Deus me deu muito mais do que do que eu pedi. Então eu sou muito grata, de verdade mesmo, pelo meu ano. Mesmo estando no período de pandemia e a gente tendo que segurar tantas coisas, eu tive um dos melhores anos da minha vida, profissionalmente”.

Campeã olímpico e mundial no salto, prata nas barras paralelas no Campeonato Mundial e no individual geral dos Jogos de Tóquio. Esta última, inclusive, é a conquista favorita da ginasta:

“(A conquista) não foi só minha, mas do meu treinador, de toda a minha equipe, e de todas as gerações que já passaram por aqui. Então, eu sei como ela é importante, sabe? Não que as outras não sejam importantes: todas são, porque eu suei e sangrei o mesmo tanto para todas”.

Baile de favela foi a música que embalou a apresentação dela no solo lá em Tóquio. Canção que conquistou o público e a própria atleta:

“Foi uma surpresa mesmo do coreógrafo. Assim como foi em 2016, quando ele veio com Beyoncé – eu ainda sou muito fã dela, mas na época eu era fanática. E eu lembro que eu estava saindo do pop americano para ir para um funk, e de primeira eu estranhei. Mas depois eu vi como a música era minha cara, e quando eu ajudei a fazer a coreografia também eu vi como eu estava conectada com a música. Então foi bem especial, foi bem legal”.

Mesmo assim, ela abriu mão de se apresentar no solo no Campeonato Mundial:

“Eu também queria muito fazer, as pessoas queriam ver, mas ao mesmo tempo eu preferi escutar o meu corpo, conversar com todo mundo e dizer que não tinha necessidade, sabe? Tanto o pessoal da equipe multidisciplinar, quanto meu treinador, e eu, a gente viu que não não precisava daquilo porque o treino que eu fiz para ir para Tóquio para fazer os quatro aparelhos foi muito intenso. E meu corpo não aguentaria passar para aquela carne de treino novamente”.

Uma decisão que teve algo a ver com a multicampeã Simone Biles. A americana também abriu mão de algumas provas na Olimpíada para cuidar do lado psicológico:

“Eu fiquei feliz por ela ter se colocado em primeiro lugar. Porque as pessoas acham que o atleta ele é um robô, que ele não tem problema, que a vida é perfeita e não é isso, sabe? Além dos problemas que a gente tem fora, na nossa vida pessoal, a gente ainda tem que lidar com os problemas dentro do esporte. Então é ainda mais difícil. O tanto ela teve que aguentar das pessoas do próprio país dela falando mal dela, o tanto que ela tem que aguentar… foi importante isso que ela fez. Não só para mim, mas também para todos os outros atletas, que hoje vão olhar e vão pensar: ‘não, realmente eu não estou me sentindo bem. Eu não preciso fazer isso agora'”.

Fonte: Agência Brasil

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