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Cooperativas assinam novo contrato para coleta seletiva no DF

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Presidentes de 21 cooperativas de materiais recicláveis assinaram o novo contrato de prestação de serviço de coleta seletiva em 23 regiões administrativas do Distrito Federal. Este é o resultado do chamamento público aberto pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) em março deste ano. Foram recebidas 53 propostas de cooperativas, cada uma delas classificada de acordo com critérios definidos no edital, e foram selecionadas 22 proposições, uma para cada lote de prestação do serviço.

As cooperativas ficarão responsáveis pelo serviço de coleta, transporte e destinação de resíduos recicláveis em 23 regiões administrativas do DF | Fotos: Divulgação SLU

O edital divide a operação em 22 lotes, atendendo as seguintes localidades: Sobradinho, Paranoá, Itapoã, São Sebastião (Jardim Mangueiral), Lago Norte, Varjão, Lago Sul, Cruzeiro Velho, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Santa Maria, Samambaia, Brazlândia, Park Way, Jardim Botânico, Planaltina, Sobradinho II, Fercal, SIA, SCIA e Arniqueira.

“Além de trazer benefícios ambientais, com mais produtos retornando ao ciclo produtivo, estamos falando de mais geração de emprego e renda para as famílias do Distrito Federal”
Silvio Vieira, diretor-presidente do SLU

As cooperativas selecionadas foram Cooperdife, Ecolimpo, Coopere, Cortrap, Construir, R3 Cooperativa de Catadores de Santa Maria, Recicla Mais Brasil, Recicle a Vida, Central de Reciclagem do Varjão (CRV), Recicla Brasília, Vencendo os Obstáculos, Renascer, Acobraz, Reciclo, Plasferro, Reciclamais, Flor do Cerrado, Planalto, Nova Superação, Coopernoes e Ctelps.

Essas organizações ficarão responsáveis pelo serviço de coleta, transporte e destinação de resíduos recicláveis em 23 regiões administrativas (RA), pois algumas delas foram contempladas com mais de uma região. Na assinatura dos contratos, os representantes de cada entidade puderam tirar dúvidas sobre o serviço de operação. Com os contratos assinados, as cooperativas já podem iniciar as novas operações de coleta.

Em 2021, as cooperativas contratadas pelo SLU foram responsáveis pelo retorno de 35 mil toneladas de resíduos ao ciclo produtivo, gerando renda de R$ 33 milhões

Ampliação da coleta seletiva por cooperativas

Atualmente, são 11 cooperativas que realizam a coleta seletiva em 15 RAs. Com as novas contratações, outras oito regiões passarão a ter o serviço porta a porta realizado por catadores. O contrato será de até 12 meses consecutivos a partir da assinatura e o investimento total ultrapassa R$ 17 milhões.

“Essa ampliação é uma demanda antiga para nós, catadores, e estamos muito satisfeitos com o olhar que o governo está dando para o nosso trabalho. Atendendo mais regiões, podemos ter mais material para triar e comercializar, o que gera mais renda para a gente”
Cristiane Pereira, presidente da cooperativa Recicla Mais Brasil

Somente em 2021, as cooperativas contratadas pelo SLU para o serviço de triagem e comercialização de recicláveis foram responsáveis pelo retorno de pelo menos 35 mil toneladas de resíduos ao ciclo produtivo, gerando uma renda de R$ 33 milhões.

“Foi um compromisso do governador Ibaneis Rocha a ampliação da atuação das cooperativas nesse serviço de coleta seletiva. Elas geralmente possuem bons resultados nos índices de reciclagem, pois conseguem envolver e sensibilizar a população de forma mais direta. Além de trazer benefícios ambientais, com mais produtos retornando ao ciclo produtivo, estamos falando de mais geração de emprego e renda para as famílias do Distrito Federal”, afirma o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira.

O aumento da área coberta pela coleta seletiva das cooperativas significa alta qualidade no aproveitamento dos recicláveis para a população. Segundo a presidente da cooperativa Recicla Mais Brasil, Cristiane Pereira, a expansão do atendimento é uma oportunidade de aumentar ainda mais a renda dos catadores e suas famílias.

“Essa ampliação é uma demanda antiga para nós, catadores, e estamos muito satisfeitos com o olhar que o governo está dando para o nosso trabalho. Atendendo mais regiões, podemos ter mais material para triar e comercializar, o que gera mais renda para a gente. Na hora da coleta o catador tem a sensibilidade de identificar com precisão a qualidade do material e reaproveitá-lo muito bem”, explica Cristiane.

De acordo com o edital, as cooperativas contempladas têm até 30 dias da assinatura do contrato para apresentar o Plano de Coleta e Transporte, além de veículos e equipamentos que serão utilizados para a prestação do serviço.

*Com informações do Serviço de Limpeza Urbana

Fonte: Agência Brasília

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