Segundo, a Polícia Civil de Alagoas, a atuação do grupo era nacional e, apenas no Estado, o montante ilícito ultrapassou um milhão de reais. (Foto: PC)
A Polícia Civil de Goiás deflagrou, nesta quarta-feira (3), a Operação Sorte de Areia, destinada ao cumprimento de 21 mandados judiciais — seis de prisão preventiva e quinze de busca e apreensão domiciliar — expedidos pela 17ª Vara Criminal de Maceió.
Objetivo é desmantelar uma organização criminosa que atua praticando golpes (estelionato) e lavagem de dinheiro.
Operação Sorte de Areia
O esquema criminoso, conhecido como golpe do falso dono de lotérica, consistia em integrantes que se passavam por proprietários de estabelecimentos lotéricos e induziam funcionários a realizar pagamentos de boletos cujos valores eram remetidos a contas de laranjas. Os valores eram rapidamente pulverizados e, por fim, centralizados nas contas dos líderes da organização.
Segundo, a Polícia Civil de Alagoas, a atuação do grupo era nacional e, apenas no Estado, o montante ilícito ultrapassou um milhão de reais. A grande maioria dos criminosos é de Goiás.
- Cine Cultura apresenta estreias que vão da Palma de Ouro ao suspense brasileiro
- Variações nos Preços dos Combustíveis em Goiânia: Pesquisa Revela Dados
- Inscrições para GovTech abertas até 15 de junho
- Goiás se tornou referência nacional graças aos avanços na segurança.
- Hugol: Segundo Melhor Hospital Público do Brasil
Ainda segundo a polícia alagoense, o compartilhamento de informações com o Geic/Anápolis foi decisivo para o avanço das apurações, sobretudo porque o Geic já havia deflagrado duas operações relacionadas aos mesmos investigados.
Até o momento foram presas duas pessoas e cinco veículos foram apreendidos, além de outros bens. Houve determinação judicial para o bloqueio de bens em valores que podem alcançar R$ 3 milhões. Ainda durante a operação um indivíduo, esposo de uma integrante da Orcrim, foi preso por posse irregular de arma de fogo.
Dos investigados com mandados de prisão, quatro estão foragidos, sendo o líder da organização criminosa, residente em São Paulo, dois de Goiás e um outro integrante do grupo criminoso, que está fora do Brasil.

