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Hemocentro de Brasília avança em cooperação internacional para aprimorar hemovigilância e uso eficiente do sangue.

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) recebeu, nesta semana, a visita do representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Cristian Morales, para discutir novas frentes de cooperação técnica voltadas ao fortalecimento da segurança transfusional no Distrito Federal.

Durante a agenda institucional, o presidente da FHB, Osnei Okumoto, apresentou a estrutura e os processos do Hemocentro, incluindo laboratórios e fluxos operacionais. O encontro reforça o papel estratégico da instituição como referência na gestão do sangue no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Cooperação técnica e inovação em saúde

As equipes técnicas da FHB e da OPAS iniciaram tratativas para a criação de um grupo de trabalho conjunto. O objetivo é definir prioridades de cooperação em áreas como:

  • hemovigilância e monitoramento de eventos transfusionais
  • qualificação e integração de dados de doadores e receptores
  • fortalecimento do uso seguro e racional do sangue

A iniciativa contribui para aprimorar a tomada de decisão baseada em evidências e ampliar a qualidade da assistência prestada aos pacientes.

Hemocentro como referência em gestão do sangue

A Fundação Hemocentro de Brasília já vem implementando ações alinhadas às melhores práticas internacionais. Entre os destaques está o Programa de Gerenciamento do Sangue do Paciente (PBM), implantado em 2025.

A estratégia tem como foco:

  • reduzir perdas sanguíneas
  • tratar adequadamente a anemia
  • otimizar o uso de hemocomponentes

Esse modelo, recomendado pela Organização Mundial da Saúde, melhora os resultados clínicos e reduz transfusões desnecessárias.

Na prática, é como “usar melhor cada gota”: em vez de recorrer automaticamente à transfusão, a equipe busca soluções mais seguras e eficientes para o paciente.

Impacto na rede pública

Com média de cerca de 4,7 mil doações mensais, a FHB desempenha papel central no abastecimento da rede pública de saúde do DF. A cooperação com a OPAS deve ampliar ainda mais a capacidade institucional de:

  • garantir segurança transfusional
  • otimizar recursos do SUS
  • qualificar a assistência hospitalar

A parceria também está alinhada às diretrizes internacionais que incentivam sistemas de sangue mais seguros, eficientes e baseados em evidências.

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Fábio Sakamoto
Fábio Sakamotohttps://dfnamidia.com.br
Jornalista MTB/DRT 0011561/DF, Desenvolvedor Web. Apaixonado por quadrinhos, filmes, séries e música.

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