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UBS 3 de Sobradinho realiza força-tarefa com exames, contraceptivos e ações de prevenção

No último sábado (16), a Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 de Sobradinho, situada na Nova Colina, realizou uma força-tarefa com várias serviços de saúde para a comunidade. A iniciativa incluiu exame preventivo, inserção de dispositivo intrauterino (DIU), implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (implanon), testes rápidos e cadastramento para mamografia, além de inserção na lista de cirurgias de laqueadura e vasectomia.

O objetivo foi ampliar o acesso aos cuidados de saúde, especialmente para aqueles que têm dificuldade de buscar atendimento durante a semana. “O sábado é mais acessível para muitas pessoas que trabalham no meio da semana”, comentou a enfermeira da unidade, Louise Soares. “Nesse dia, nos dedicamos exclusivamente a esses serviços, proporcionando mais atenção aos pacientes”.

Alessandra Batista, com 42 anos, elogiou a ação: “Achei ótima a iniciativa. Fui informada ontem sobre a força-tarefa. Hoje, fiz a prevenção e testes rápidos. É importante oferecer esses serviços no final de semana, pois durante a semana é muito complicado para quem trabalha”.

Implanon


Dentre os serviços oferecidos, o destaque foi a inserção do implanon, um método contraceptivo de longa duração que tem gerado grande interesse na unidade. Durante a ação, a equipe conseguiu realizar o procedimento em até 30 mulheres.

“O implanon é uma excelente opção de contracepção”, afirmou a enfermeira Juliana Lemos. “Muitas pacientes elogiam e relatam que o implante é mais confortável, e sua inserção e eficácia são muito boas”.

Denise Soares, de 41 anos, optou pelo método após uma avaliação médica. “Estava prestes a colocar o DIU devido a cólicas e sangramentos intensos”, explicou. “Depois de investigar, descobri uma endometriose e fui informada de que o implanon poderia ajudar com as cólicas”. Após o procedimento, Denise aprovou a experiência: “Maravilhoso, não senti nada”.

Atualmente, o implanon está disponível para meninas e mulheres de 14 a 49 anos, seguindo critérios de prioridade para grupos de vulnerabilidade social, como indígenas, imigrantes, refugiadas e profissionais do sexo. Também se aplica a mulheres com condições de saúde específicas, como HIV/Aids e endometriose.

“Hoje, o implanon nos ajuda a gerenciar a fila para laqueaduras”, destacou a enfermeira Louise Soares. Maria Clara Damasceno, de 21 anos, escolheu esse dispositivo após experiências negativas com outros métodos. “Usei o DIU por um tempo, mas sofri com efeitos colaterais, por isso optei por trocar”, contou.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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Fábio Sakamoto
Fábio Sakamotohttps://dfnamidia.com.br
Jornalista MTB/DRT 0011561/DF, Desenvolvedor Web. Apaixonado por quadrinhos, filmes, séries e música.

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