O Carnaval de rua no Distrito Federal foi encerrado com um novo esquema de segurança que alterou a abordagem das forças públicas. Nesta edição, a polícia adotou uma postura preventiva, utilizando reconhecimento por imagem, drones e revistas ampliadas, o que resultou na diminuição das ocorrências.
De acordo com o balanço divulgado pela Secretaria de Segurança Pública, as ocorrências tiveram uma redução de 15,8% em relação ao Carnaval de 2025. A tecnologia desempenhou um papel crucial nessa estratégia, permitindo a identificação de pessoas com pendências judiciais antes mesmo de acessarem os blocos.
O secretário Sandro Avelar mencionou que foram realizados investimentos em intervenções pontuais que evitaram situações de risco. Além disso, o uso de drones proporcionou uma visão em tempo real das movimentações, permitindo o reposicionamento ágil das equipes.
A comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ana Paula Barros Habka, destacou que dois foragidos da Justiça foram capturados graças aos sistemas de monitoramento. A operação também se concentrou no controle de acesso, resultando na retenção de diversos objetos potencialmente perigosos.
Mais de 1,5 milhão de pessoas passaram por revistas durante o Carnaval. As abordagens não se limitaram aos pontos de entrada; áreas de dispersão também foram alvo de verificações. A necessidade de comprovar a posse de celulares foi uma medida adotada devido ao histórico de furtos.
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Sandro Avelar ressaltou a importância da atuação conjunta das forças de segurança, afirmando que isso aumentou a sensação de segurança e dificultou ações criminosas. Apesar da queda geral nos índices, o furto de celulares continua a ser a principal ocorrência associada ao evento. As autoridades orientam que as vítimas formalizem o registro, uma vez que os aparelhos recuperados podem ser identificados e devolvidos pela Polícia Civil.

